Filmes do Brasil, Cabo Verde e Guiné Bissau selecionados para o Festival FESTIN
Os longas-metragens “O Palhaço” e “O Riscado” foram as primeiras escolhas para o Festival de Cinema itinerante da Língua Portuguesa, que acontece em maio em Lisboa
Os longas-metragens brasileiros “O Palhaço” e “O Riscado” e as produções “Clara Sabura” da Guine Bissau e “Revolução nos Rebelados” de Cabo Verde, estão entre os primeiros títulos a ser selecionados para as seções de competição do FESTIN – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, que acontece de 9 a 16 de maio no Cinema São Jorge, em Lisboa.
“O Palhaço”, dirigido e protagonizado por Selton Mello, estreou nas salas brasileiras em outubro de 2011 e já foi visto por mais de 1 milhão de espectadores. O filme conta a história de Benjamim (Selton Mello) e Valdemar (Paulo José), que formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue.
Com direção e produção de Gustavo Pizzi, “O Riscado”, a primeira experiência do cineasta na direção de longas-metragens de ficção, acompanha a vida de Bianca, uma atriz em busca de uma oportunidade que sobrevive imitando divas do cinema, até que um casting para uma grande produção internacional marca a virada da sua vida.
Nesta 3ª edição, o festival dará especial destaque à cinematografia brasileira, no âmbito das comemorações do Ano do Brasil em Portugal, e passará a integrar anualmente a Mostra de Cinema Brasileiro, anteriormente produzida pela Fundação Luso-Brasileira.
Mais informações sobre o festival www.festin-festival.com
Cantor angolano Bonga recebe prêmio na França
Bonga dedicou a o prêmio ao povo angolano, o qual considerou o grande inspirador para que suas canções tenham sucesso em Angola, na África e outras partes do mundo.
O músico angolano José Adelino Barceló de Carvalho “ Bonga” foi distinguido no último fim de semana, em Paris (França), com o prêmio “Vozes das rotas africanas”, atribuidao pela associação CIME e a promotora BGS.
Além de Bonga, foram também premiados os artistas Gérard Akuéson, da República do togo, Kiamwangana Mateta, do Congo Democrático, e Henri Deb’s, das Antilhas francesas. A cerimônia foi seguida de um grande espetáculo de músicos africanos e das Caraíbas.
Na sua quarta edição, os referidos prêmios, tidos como “a expressão máxima” das comunidades afro-caribenhas radicadas em França, têm como presidente de honra o saxofonista camaronês Manu Dibango.
Ao completar 70 anos de idade este ano de idade, Bonga, nascido em Kipiri, província de Bengo, é considerado embaixador da música angolana. Já foi premiado internacionalmente com vários de música, assim como recebeu disco de ouro e de platina, além de atuar em importantes palcos mundiais.
Em 40 anos de carreia, Bonga tem igual número de discos, sendo “Angola 72” o seu primeiro e “Hora Kota” o último. Este foi lançado oficialmente em Luanda e em Lisboa, no final de Janeiro último.
Entre os 40 discos, destacam-se ainda o “Angola-74”, “Raizes”, “Kandandu”, “Sentimentos” e “Bairro”.


