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"MULHERES DE ANGOLA"

Exposição Fotográfica na sede da Prefeitura de São Paulo, inaugurada na ultima segunda feira (30) retrata várias faces das mulheres angolanas.

Com 34 cubos fotográficos com nome "Mulheres Angolanas - ao encontro do desenvolvimento sustentável?", a mostra desenvolvida pelo PEI (The Planet Institute) em parceria com a WPP ( World Press Photo) pode ser vista na hall principal da Prefeitura de São Paulo - Viaduto do Chá, 15 - Centro - das 8h às 19h com entrada gratuita até 17 de fevereiro.

A mostra será itinerante e defende a importância da mulher na sociedade e faz parte de uma série de iniciativas do PEI para reforçar alguns dos temas científicos difundidos pelo instituto, como a igualdade do gênero.

São 34 cubos com fotos de mulheres angolanas das mais diversas classes sociais, entre elas minostras, médicas, professoras, donas de casa e ambulantes.

A exposição é resultado de um workshop durante o concurso anual de fotografia promovido pelo Banco Espirito Santo Angola e a World Press Photo (WPP).

Oito fotógrafos angolanos receberam o desafio de ilustrar o tema " Mulher Angolana". Além da mostra, as fotos também foram compiladas em um livro homônimo. A exposição iniciará sua  viagem por São Paulo ( depois da Prefeitura irá para outros locais públicos como estações de metrô), viajando para outros estados brasileiros e outros países da América,  Europa, e Africa, até chegar na sede da Unesco, em Paris.

 

Rio acolhe o 7º Encontro Internacional do Samba e Carnaval

Especialistas do Brasil e do exterior debatem no rio a globalização do samba e do carnaval


Estão abertas até o dia 13 as inscrições para o 7º Encontro Internacional do Samba e Carnaval, na cidade do Rio de Janeiro. Especialistas brasileiros e estrangeiros vão analisar e discutir por quatro dias a globalização do samba, além de participar de oficinas musicais.
Eles também vão conhecer os bastidores e a preparação para a folia carnavalesca, que será aberta na tarde de sexta-feira (17), quando o Rei Momo é coroado pelo prefeito carioca e recebe as chaves da cidade.
“os estrangeiros que irão participar do encontro são aqueles que já fazem algum trabalho de replicação e ampliação do samba fora do Brasil”, informou Jair Martin de Miranda, organizador do encontro, que é historiador e professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. “ Eles vão expor experiências de samba de seus grupos e associações fora do país”.
O encontro ocorrerá no Centro de Artes Calouste Gulberkian, ao lado do Terreirão do Samba.
Para se inscrever, os interessados devem acessar o site www.sambaglobal.net/7encontro . Serão oferecidas aos inscritos oficinas de percussão e dança, além de confecção de fantasias, adereços e carros alegóricos por representantes da chamada cadeia produtiva do samba. Os participantes vão discutir diariamente, a partir do dia 14, temas como “O mundo do Samba e  Samba em todo Mundo”, com palestras de especialistas brasileiros e estrangeiros.
“O Brasil é muito bem visto na maior parte do mundo. E o smba é bem recebido por causa da promoção que faz da alegria. Alguns países europeus e o Japão são mais rígidos nos seus  comportamentos. E o samba tem a função de escontrair, de promover alegria e união entre as pessoas. É isso que eles (estrangeiros)  levam para seus países quando importam o samba”.
A meta é promover o samba carioca no exterior e produzir trabalho para os profissionais do setor. “ O que a gente quer  fazer é capitalizar essa potência que o samba é o carnaval são”, disse. “É criar quase um banco de negócio e intercâmbio para que brasileiros e estrangeiros se unam”, completou.
Além do intercâmbio que o encontro favorece entre brasileiros e estrangeiros em torno do samba, o professor salientou a troca de idéias que se verifica durante o encontro entre sambistas de várias nacionalidades estrangeiras, com a idéia de reforçar a reprodução do samba no mundo.
Jair Miranda disse que somente o carnaval do Rio de Janeiro potencializa mais de R$1 bilhão em recursos para a cidade, com reflexos positivos sobre toda a cadeia turística, englobando hotéis, agências de viagens, industria de bebidas, bares, restaurantes, entre outros.
“O carnaval tem que ser olhado como uma potência econômica. A economia criativa cresce mais do que qualquer outra no mundo”, explicou ao ressaltar os resultados em termos de geração de empregos no país e inclusão social.

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