Entre 30 países, Brasil é o que faz pior uso dos impostos
O Brasil é a sexta economia mundial em termos de PIB. Mas ao mesmo tempo, não transforma isso em qualidade de vida para a população.
A arrecadação de impostos no Brasil pode ser melhor investida em benefício da população, diz estudo feito pelo Instituto Brasileiro Tributário (IBPT). Entre trinta países observados, o Brasil está na última posição no ranking sobre aproveitamento dos recursos arrecadados, inclusive entre os sul-americanos ( Argentina e Uruguai). O primeiro colocado é a Austrália, em seguida os Estados Unidos, a Coréia do Sul, o Japão e a Irlanda.
O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, defendeu a redução de impostos cobrados no país e o aperfeiçoamento na utilização dos recursos. Em entrevistas ao programa “Revista Brasil”, da Rádio Nacional, Olenke disse que o resultado da pesquisa mostra que é necessário agir rapidamente.
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Diplomata angolano assegura vontade de integrar áreas de livre comércio
O embaixador de Angola na Etiópia esclareceu a posição angolana, nas vésperas da 18ª Cimeira da União Africana, que começa nesta segunda –feira em Addis Abeba.
O embaixador Angolano na Etiópia e junto da União Africana (UA),Arcanjo Maria do Nascimento, disse em Addis Abeba que o Estado angolano nunca renunciou à sua vontade de integrar as áreas de comércio livre, numa altura apropriada, uqe a nível da SADC uqwe do Continente africano.O diplomata acrescentou que Angola por razões específicas teve de adiar sua integração, no âmbito do Protocolo do Comércio da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), postergando a eliminação de barreiras comerciais “por causa da especificidade da sua própria economia”.
"De nenhuma forma, Angola renunciou à sua vontade de integrar essas áreas de livre comércio numa altura apropriada", asseverou o diplomata numa entrevista à imprensa nacional, na véspera da 18ª cimeira da UA, que se realiza sob o lema "A promoção do comércio intra-africano".
EMBRATUR estima que 5,4 milhões de estrangeiros visitaram o Brasil em 2011
Os turistas estrangeiros que visitaram o Brasil em 2011 gastaram US$6,775 bilhões no país, ultrapassando os US$ 6,4 bilhões projetados pela EMBRATUR.
A EMBRATUR estima que mais de 5,4 milhões de estrangeiros visitaram o país no ano passado.
O Banco Central do Brasil divulgou nesta ultima terça feira (24), que as divisas deixadas no pais é um recorde e representa um crescimento de 14.4% em relação ao ano de 2010, quando o resultado havia ficado em US$5,919 bilhões.
“As contratações de serviços turísticos ( hospedagem e alimentação) movimentaram a economia brasileira, geram renda em todas as regiões do país e ajudam a consolidar nossa infra estrutura turística", ressaltou o presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, em comunicado.
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Fórum de Davos debate economia
O Fórum de Davos, um dos grandes encontros econômicos mundiais, realiza-se esta semana com a intenção de buscar um novo ajuste ao capitalismo como motor da economia mundial e encontrar fórmulas criativas contra a crise.
Organizada pelo Fórum Econômico Mundial (FEM), a reunião, que se realiza entre os dias 25 e 29 deste mês, em Davos, na Suíça, chega no momento de maior incerteza econômica das últimas décadas, sobretudo na Europa, e pretende “transformar” o capitalismo.
“O capitalismo, na sua forma atual, já não se encaixa no mundo. Não soubemos aprender das lições da crise de 2009. Precisamos de uma transformação global”, disse o fundador e diretor executivo do FEM, Klaus Schwab, numa entrevista coletiva.
O economista e empresário alemão, que fundou o FEM em 1971, insistiu que o capitalismo “tem que ser reformado”, algo que defende há anos, e argumentou que o problema actual “não é a falta de capital, mas a falta de talento humano”, uma questão que vai definir “a competitividade futura da economia”.
A importância de Davos reside sobre tudo no poder de convocação que alcançou o Fórum Econômico Mundial, que reúne, no espaço de quatro, dias cerca de 40 chefes de Estado e de Governo. Numa evidente mostra de que a crise na Zona Euro está no centro das discussões sobre o futuro, a chanceler alemã, Angela Merkel, pronuncia o discurso inaugural.
O encontro pode contar com a presença, entre outros, do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, do Primeiro-Ministro do Reino Unido, David Cameron, do Presidente do México, Felipe Calderón, do Presidente do Peru, Ollanta Humala, e do Presidente do Panamá, Ricardo Martinelli.
Do mundo econômico, há especial interesse em escutar o que tem a dizer o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, o seu antecessor, Jean-Claude Trichet, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, e o secretário americano do Tesouro, Timothy Geithner. Também está prevista a presença do vice-presidente para Assuntos Económicos e Monetários da UE, Olli Rehn, o vice-presidente e comissário de concorrência, Joaquín Almunia, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble, e o ministro espanhol de Economia e Competitividade, Luis de Guindos.
Fórum de Davos debate economia
Organizada pelo Fórum Econômico Mundial (FEM), a reunião, que se realiza entre os dias 25 e 29 deste mês, em Davos, na Suíça, chega no momento de maior incerteza econômica das últimas décadas, sobretudo na Europa, e pretende “transformar” o capitalismo.
“O capitalismo, na sua forma atual, já não se encaixa no mundo. Não soubemos aprender das lições da crise de 2009. Precisamos de uma transformação global”, disse o fundador e diretor executivo do FEM, Klaus Schwab, numa entrevista coletiva.
O economista e empresário alemão, que fundou o FEM em 1971, insistiu que o capitalismo “tem que ser reformado”, algo que defende há anos, e argumentou que o problema actual “não é a falta de capital, mas a falta de talento humano”, uma questão que vai definir “a competitividade futura da economia”.
A importância de Davos reside sobre tudo no poder de convocação que alcançou o Fórum Econômico Mundial, que reúne, no espaço de quatro, dias cerca de 40 chefes de Estado e de Governo. Numa evidente mostra de que a crise na Zona Euro está no centro das discussões sobre o futuro, a chanceler alemã, Angela Merkel, pronuncia o discurso inaugural.
O encontro pode contar com a presença, entre outros, do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, do Primeiro-Ministro do Reino Unido, David Cameron, do Presidente do México, Felipe Calderón, do Presidente do Peru, Ollanta Humala, e do Presidente do Panamá, Ricardo Martinelli.
Do mundo econômico, há especial interesse em escutar o que tem a dizer o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, o seu antecessor, Jean-Claude Trichet, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, e o secretário americano do Tesouro, Timothy Geithner. Também está prevista a presença do vice-presidente para Assuntos Económicos e Monetários da UE, Olli Rehn, o vice-presidente e comissário de concorrência, Joaquín Almunia, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble, e o ministro espanhol de Economia e Competitividade, Luis de Guindos.




